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domingo, 1 de maio de 2011

APRENDER INGLÊS PARA NÃO PERDER O BONDE DA HISTÓRIA

De acordo com Moita Lopes (2005), atualmente, mais de 1 bilhão de pessoas em todo o mundo aprendem inglês, sendo que 375 milhões falam inglês como primeira língua e 750 milhões usam o inglês como segunda língua. Assim, é interessante notar que o número de pessoas que usam o inglês como segunda língua é muito maior do que o número de falantes nativos desse idioma.
Portanto, pode-se perceber que o uso do inglês é um dos meios mais rápidos de inclusão e ascensão social. “Há setores na sociedade em que o recurso do inglês se tornou uma necessidade, ou seja, quem se recusa a adquirir um conhecimento mínimo da língua inglesa corre o risco de perder o bonde da história” (Rajagopalan, 2005: 149).
Moita Lopes (2005) lembra que a educação não é a panacéia para acabar com os processos de exclusão (sinônimo contemporâneo para pobreza em um mundo no qual as desigualdades aumentam), uma vez que esses processos abarcam questões sociais e culturais complexas que atravessam classe social, raça, etnia, gênero, sexualidade, etc. No entanto, segundo o autor, a educação pode ser um instrumento central na luta por eqüidade entre as pessoas em todos os níveis - ou pode, pelo menos, ser útil para que se aprenda a compreender o mundo em que se vive, a fim de colaborar para sua transformação.
Tanto o professor de inglês quanto os demais professores precisam ter em mente que a educação deve oferecer ao indivíduo possibilidades para ele pensar para transformar o mundo de modo a poder agir politicamente (Moita Lopes, 2005).
A formação de professores necessita oferecer um contexto para que, dentro da visão de MacLaren e Giroux (2000), os professores possam redefinir seus papéis atuais para poderem cumprir seus deveres como críticos e intelectuais engajados, na sala de aula ou como parte de um movimento maior pela mudança social.




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Andei sumida...

Nas duas últimas semanas andei um pouco longe daqui. Não por falta de leituras. Estou em fase de conclusão da especialização que faço na UFMG. Isso mesmo, em Belo Horizonte!

Os dois cursos são importantes para a minha formação. Ser professora-pesquisadora, preocupada com sua prática, não é fácil!

Aguardem mais postagens!

quinta-feira, 14 de abril de 2011

A importância do ato de ler - Paulo Freire

Pedro e Antônio tinham um obstáculo. A caminhonete em que estavam transportando material importante não poderia atravessar o atoleiro. Procuraram compreender o problema, discutiram como resolver a questão, encontraram uma resposta.

“A atitude de compreender os fatos caracteriza o ato de estudar.”
“Estudar exige disciplina. Estudar não é fácil porque estudar é criar e recriar e não repetir o que os outros dizem.”

Com certeza esse é o  pontapé inicial de qualquer projeto de pesquisa: detectar o problema, estudá-lo, levantar questionamentos,buscar respostas. O “problema” é que eu tenho tantos questionamentos que nem sei em qual focar. Qual questão entre tantas do meu processo de ensino e de aprendizagem eu vou escolher? E, uma vez que foco é a palavra-chave, vou ficando por aqui, divagando...

quarta-feira, 13 de abril de 2011

Introdução à pesquisa em Letras- Prof. Antonio

Pontualidade. Dedicação. Organização. Profissionalismo. Interesse pelos alunos. Marcas deste professor.
Começamos por esta disciplina para desde o início do curso focarmos no nosso projeto e na nossa monografia de final de curso. Muitas leituras. Todas relevantes.

Palestra Profª Drª Myriam Nunes

Segundo encontro. Tivemos uma palestra com a Prof.Drª Myriam Nunes. Uma sumidade na área de Letras. E ela estava lá, a nossa disposição! A palestra foi um excelente pontapé inicial.

Primeiro encontro

Primeiro encontro. Fortes emoções. A recepção foi maravilhosa, superou qualquer expectativa. Os alunos foram recebidos no auditório pelo coordenador Professor Antônio Ferreira da Silva Junior; um dos diretores do Cefet que falou sobre a instituição,e todos os professores do curso que se apresentaram,falaram de sua formação, de seus interesses acadêmicos e suas linhas de pesquisa, e se colocaram à disposição dos alunos, deixando seus contatos. Recebemos o planejamento do curso. Fiquei impressionada com tamanha organização. Os alunos se apresentaram e falaram da sua emoção e alegria em estar ali. Eu não tenho palavras para expressar o que senti no meio de pessoas com um objetivo semelhante ao meu e dispostas a trocar seus conhecimentos e experiências.
Logo no primeiro contato, me identifiquei com a linha de pesquisa da professora Luane Fragoso: Ensino de línguas para fins específicos. Produção de material didático impresso e digital. Tecnologias na educação. Educação à distância. O processo de ensino/aprendizagem de leitura no contexto escolar e acadêmico.
Ela me aceitou como orientanda e me cadastrou como professora na plataforma Moodle, onde ela ministra dois cursos de Inglês Instrumental à distância.

O começo de tudo

Processo seletivo para a pós no Cefet, 2011. Insegurança. Me perguntei diversas vezes: devo tentar? Vou conseguir? Bom...eu consegui. A minha frase motivadora foi: ``Coragem não é ausência de medo, é agir apesar do medo”. E aqui estou eu, aluna do primeiro curso de especialização em ensino de línguas estrangeiras do Cefet-Rio, 2011.